..."Como toda taurina, sempre fui decidida e cabeça-dura. Na verdade, eu não queria me sentir inferior! Já bastava o fato de vir do terceiro mundo, e ter de explicar (?!?) a nossa alta taxa de marginalidade, miséria e a devastação da floresta amazônica para todos os curiosos e muitas vezes mal informados. Mas, em compensação, sempre mantive os pés no chão. Sabia que em breve chegaria o dia que teria de ceder ao alemão, mesmo com erros - e acreditem, com muitos erros! Êta linguinha difícil! Pior que ela, só mesmo o português. Pois o dia chegou! E chegou sem aviso prévio."...
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texto original escrito em 04/05/2007

