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16 de nov. de 2009

A alegria que só o circo nos traz




Que delícia! Fomos ao circo!

Por mais que tentasse esconder, entre nós quatro, era eu quem mais se alegrava. O  sorriso chegou desde o momento em que avistei as luzes ornamentando a grande tenda. Os porteiros uniformizados de vermelho, a banda e seus músicos sorridentes nos saudando na chegada, as mocinhas em suas meias arrastão nos guiando para a arena. Enfim, um clima de festa onde a tristeza não havia sido convidada.



Rimos muito. Entre aplausos, surpresas e admiração, o circo voltou a ser em nossas memórias um programa de muita alegria e emoção. Nós adoramos!



 Quem não gosta de dar boas risadas?



Tudo isso sem precisar ligar nenhum botão. Eram pessoas entretendo pessoas.  Energia pura, sem fio ligado na tomada. Enfim uma noite sem game-boy!


13 de out. de 2009

A arte de contar histórias



Quem não se lembra das histórias contadas ao pé da cama na hora de dormir, ou nos dias de chuva e trovoada quando então as brincadeiras do lado de fora da casa não eram possíveis e nossos pais e parentes nos divertiam com suas brincadeiras e contos?

Contar histórias é realmente uma arte que deve ser incentivada entre as pessoas mais talentosas, para que as crianças de hoje também venham a ter gostosas lembranças das histórias de suas infâncias.

Por isso hoje o Boa Baltazar divulga o blog "Blogstórias Essenciais" de Fátima Campilho, que desempenha o nobre trabalho de incentivar e divulgar a leitura infanto juvenil através da arte de contar histórias.

Aproveito aqui também para agradecer em post o carinho da Fátima de republicar no Blogstórias Essenciais o meu texto Uma viagem num mundo de blogs (v. II). Obrigada xará!

"Blogstórias Essenciais"! Vale a pena conferir!

1 de fev. de 2009

Sem PIM? Nem pensar...

Quando eu era pequena, eu brincava de falar "PIM" em vez de um número qualquer escolhido. Acho que esta brincadeira ainda existe até hoje. Ela funcionava assim: tinhamos de contar de 1 até cansar, ou até o ganhador da roda ser revelado, sempre falando "PIM" na ocorrência do número sorteado. Se este fosse 4, por exemplo, contaríamos ... 22, 23, vinte e PIM, 25, etc... Era divertido. Precisávamos de concentração para falar o PIM na hora certa e não sair do jogo. Se esta mesma brincadeira fosse praticada hoje, com alguma coisa que usássemos muito na nossa vida cotidiana, como por exemplo a Internet, falaríamos "PIM" sem parar. - Vamos ao cinema? Vou ver o horário na PIM. - O que você está fazendo filho? Estou acabando o meu cyber-homework na PIM. - Mãe, posso entrar na PIM para jogar Ikariam? e por aí vai... Sem contar o nosso intenso uso da PIM na nossa rotina de trabalho. Fica quase impraticável trabalharmos hoje em dia sem estarmos constantemente ligados à ela. Hoje resolvi relembrar a história de sua criação . Achei um desenho animado bem legal e informativo, que vale a pena ser assistido.
E foi assim que a PIM nasceu:

History of the Internet from PICOL on Vimeo.
Os créditos deste vídeo podem ser encontrados aqui.

27 de jan. de 2009

Amigos

Grandes amigos são raros, mas existem. Graças a deus!! O que seria da humanidade sem “amizade”? E o que seria de mim? Não consigo me imaginar sem ter amigos a minha volta, sem lembrar de aniversários de amigos, sem convidar amigos para um drink, sem me preocupar com amigos, ou sem tentar contatá-los, mesmo apesar da distância.

Acho que nunca vivi um único dia da minha vida pós-adolescência, sem preencher seus momentos com algum assunto ou acontecimento que não envolvesse um ou mais amigos. Quando falo “amigo”, quero dizer aquele que nunca faz algo para decepcionar você. Aquele com quem você poderá contar com sua ajuda, sempre que for necessário – e ele também com a sua, é claro. Aquele pelo qual você encara pela segunda vez uma fila enorme na caixa do supermercado, após já ter pago pelas suas próprias compras, pois ele/ela liga para você no telefone celular dizendo: - Que bom que você ainda está no supermercado! Eu preciso que você compre um litro de leite para mim. Já comecei a fazer um bolo e só agora percebi que o leite acabou! - É lógico que você não vai revelar que na verdade você está atrasada para um compromisso, já passou pelo caixa e já se encontra no estacionamento… Afinal, é um pedido do seu amigo!

Encontrar os velhos amigos é sempre uma alegria. É ótimo estar com eles e também relembrar alguns momentos do passado que nos marcou. Como, por exemplo, aquela festa junina na vila onde morava a Nádia, as visitas às cartomantes com a Mary Helen, a festa “Cafona I” que organizamos lá em casa, e que deixou muita gente até hoje esperando pela “Cafona II”, os churrascos de final de ano da turma da universidade, as festas no apartamento de Elm Park Gardens, entre outros...

Ao lembrar de meus amigos, tenho gosto de guaraná na boca misturado com chopp e cuba-libre, um sorriso formado nos lábios e alegria no coração. Parece patético, mas acredite, é verdadeiro. Sou uma amiga de carteirinha. Não posso mencionar aqui todas as passagens ocorridas com cada um de meus amigos, mas com certeza as tenho guardadas em minha memória com todo carinho, como um de meus maiores tesouros. “Melhor ainda que recordar, é viver”! E neste caso, nada melhor do que rever e reviver os amigos. Os amigos de infância, amigos do bairro, amigos da família, amigos americanos, amigos da universidade, amigos do trabalho, amigos do mestrado, amigos do doutorado, amigos do Rio, amigos de Londres, amigos de Graz, amigos dos irmãos, amigos do marido, amiguinhos dos filhos, amigos dos amigos… Enfim, toda essa cadeia maravilhosa de pessoas que fazem parte da minha vida! Hoje, é a todos vocês "amigos" que dedico este texto! Cheers!


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