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23 de mar. de 2010

O livro em papel e seus dias contados


Hoje recebi uma chamada de participação do 1o. Congresso Internacional do Livro Digital. Li no site desta conferência parte da entrevista de Jeff Gomez (autor do livro "Print is Dead"),  sobre "Transmídia" dada à revista Forbes. Mais tarde, me deparei com o vídeo abaixo que mostra como os usuários de E-Books e afins poderão usar futuramente uma "Banca Digital de Jornais e Revistas".


Eu aqui com os meus livros de cabeceira fiquei a pensar que seus dias  estejam realmente chegando ao fim... Será que não?

Pelo rítmo de vida digital doméstica que levamos hoje em dia, acho que  bem mais cedo do que imaginamos seremos todos leitores de livros digitais e com muito prazer!

Já não é mais nenhuma novidade o fato de podermos ler e-mails, comentários de redes sociais, etc onde quer que estejamos pelo telefone celular, além de usarmos nossos laptops e netbooks para acesso rápido à Internet e em vídeo-telefonemas e vídeo-conferências com muita mobilidade também. Sem contar as redes sem fio que interligam todos os equipamentos digitais de uma casa, desde o seu satellite-receiver até os video-games das crianças e - claro - os computadores e seus periféricos.

Jornais e revistas já leio online há anos. Porém, livros ainda  não. Mas o que eu já quase aposentei foi o meu caderno de receitas. Ele agora se encontra  por aí como parte da culinária digital disponível. No outro dia mesmo, me peguei cozinhando enquanto lia a receita  do que fazia num site de culinária da Internet e ao mesmo tempo pegava dicas de como implementar a mesma  receita com a mamãe online por Skype, com o netbook ao lado do fogão!


Pelo visto este "futuro" já bateu à porta!

Fotos do Darling

1 de fev. de 2009

Sem PIM? Nem pensar...

Quando eu era pequena, eu brincava de falar "PIM" em vez de um número qualquer escolhido. Acho que esta brincadeira ainda existe até hoje. Ela funcionava assim: tinhamos de contar de 1 até cansar, ou até o ganhador da roda ser revelado, sempre falando "PIM" na ocorrência do número sorteado. Se este fosse 4, por exemplo, contaríamos ... 22, 23, vinte e PIM, 25, etc... Era divertido. Precisávamos de concentração para falar o PIM na hora certa e não sair do jogo. Se esta mesma brincadeira fosse praticada hoje, com alguma coisa que usássemos muito na nossa vida cotidiana, como por exemplo a Internet, falaríamos "PIM" sem parar. - Vamos ao cinema? Vou ver o horário na PIM. - O que você está fazendo filho? Estou acabando o meu cyber-homework na PIM. - Mãe, posso entrar na PIM para jogar Ikariam? e por aí vai... Sem contar o nosso intenso uso da PIM na nossa rotina de trabalho. Fica quase impraticável trabalharmos hoje em dia sem estarmos constantemente ligados à ela. Hoje resolvi relembrar a história de sua criação . Achei um desenho animado bem legal e informativo, que vale a pena ser assistido.
E foi assim que a PIM nasceu:

History of the Internet from PICOL on Vimeo.
Os créditos deste vídeo podem ser encontrados aqui.

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